segunda-feira, 21 de maio de 2018
7º Ano - TAREFA DO DIA 21/05 - Igreja Medieval (Crise e Reorganização)
Tema: Igreja Medieval - Crise e reorganização.
domingo, 20 de maio de 2018
6º Ano - Antigas Civilizações - Os Hebreus
A palavra ‘hebreu’ significa ‘gente do outro lado do rio’, nesse caso o rio Jordão. Os hebreus tinham origem semita e seguiam o judaísmo. Sua história tem início 2000 anos a.C. e é contada no Antigo Testamento. O judaísmo pode ser definido como a religião hebraica que ainda espera um Messias. O cristianismo tem em Jesus Cristo a figura desse esperado Messias. Eles acreditam que o Messias chegará para conduzir a sociedade à salvação eterna.
Esse resumo dos hebreus mostrará os principais fatos e características desse povo. Eles se localizavam na região da Palestina. A civilização hebraica teve grande influência na civilização atual, principalmente na religião. O judaísmo contribuiu para o cristianismo e para o islamismo.

Segundo relatos da Bíblia, Deus determinou que Abraão abandonasse o politeísmo e seguisse para Canaã, atual Palestina. Jacó, neto de Abraão, teve doze filhos que deram origem às doze tribos que formavam a civilização hebraica.
No ano de 1350 a.C. os hebreus fugiram da escravidão que enfrentavam no Egito. Eles foram liderados por Moisés e viveram a famosa abertura do Mar Vermelho, narrada na Bíblia. Foram quarenta anos pelo deserto, a espera de um sinal de Deus permitindo o retorno à Canaã.
Êxodo se refere ao momento em que a civilização hebraica deixou o Egito e seguiu para Canaã. Deve-se lembrar que é preciso ir além desse resumo dos hebreus, visto que diversos fatos da sociedade contemporânea tem sua base na história hebraica.
Em 1010 a.C. as tribos foram unificadas e a sociedade de uniu em torno de um rei. Os hebreus unificaram a lei e elegeram juízes para cumprir o correto seguimento do estabelecido. A monarquia hebraica foi estabelecida após um século de luta contra os filisteus.
Saul foi o primeiro monarca, mas acabou cometendo suicídio, logo substituído por Davi. O rei Davi foi responsável pelo crescimento do comércio. Ele nomeou a cidade de Jerusalém como capital da monarquia. Os patriarcas acabaram virando aristocratas, após todas as mudanças pelas quais a sociedade hebraica passou.
Os hebreus construíram diversos templos e alcançaram seu auge sob a liderança de Salomão, filho do rei Davi. As construções elevavam os valores dos impostos e complicavam a vida dos camponeses. Ou seja, dentro deste resumo dos hebreus, podemos sintetizar que eles passaram por três fases: fase dos patriarcas, fase dos juízes e fase dos reis.
Na política, os principais líderes foram Salomão, Davi, Sansão, Gedeão, Samuel e Saul. Os hebreus se espalharam em diversos países após a Diáspora. Foi então que eles começaram a compartilhar seus conhecimentos e sua cultura e influenciar outras civilizações.
Durante o reinado de Adriano, imperador romano, a sociedade hebraica passou pela segunda Diáspora, no ano de 136. Logo após, os hebreus foram expulsos da Palestina.
Sociedade
Os hebreus se dividiam em diversos clãs patriarcais e podem ser considerados semi-nômades. Eles se dedicavam à criação de gado. As mulheres deviam criar os filhos e cuidar da casa, enquanto os homens lideravam os clãs e eram responsáveis pelo sustento da família.
Antes de se fixar na Palestina, a civilização hebraica era originalmente formada por pastores nômades, que estavam sempre se locomovendo em busca de terras mais férteis. Eles se dedicavam à criação de ovelhas e cabras e todos os bens pertenciam a todos os membros do clã.
Já na Palestina, os hebreus mudaram seus hábitos e desenvolveram a agricultura e o comércio. Logo se tornaram sedentários. A escolha do local foi estratégica. Apesar da terra pouco fértil e da falta de água para irrigação, a região era ponto de passagem entre África e Ásia, por isso era alvo de disputa. Terras e bens viraram bens individuais e não mais coletivos. A sociedade hebraica acabou se dividindo, tendo comerciantes ricos de um lado e camponeses pobres.
Características
• Sociedade baseada na religião;
• Cultura monoteísta;
• Esperavam a vinda de um Messias;
• Os chefes de família também eram militares, juízes e sacerdotes;
• Pregavam o amor ao próximo como conceito moral;
• A Páscoa era uma das principais festas;
• Os patriarcas possuam o poder dentro dos clãs;
• Cultivavam cereais;
• Abraão nasceu em Ur, na Mesopotâmia;
• Contribuíram para a literatura, a música, o direito, a arquitetura e as artes plásticas;
• A cultura hebraica teve influência de civilizações mais antigas, principalmente egípcios e mesopotâmicos;
Mandamentos
Foi na época da sociedade hebraica que o mundo teve conhecimento dos 10 mandamentos enviados por Deus para Moisés, no momento em que os hebreus atravessavam o deserto do Sinai. O texto era a principal orientação para a civilização hebraica. A conhecer:
1. Amar a Deus sobre todas as coisas;
2. Não clamar o nome de Deus em vão;
3. Guardar domingos e festas cristãs;
4. Honrar pai e mãe;
5. Não matar;
6. Manter a castidade;
7. Não roubarás;
8. Não levantar falso testemunho;
9. Não cobiçar a mulher do próximo;
10. Não cobiçar as coisas alheias.
Retirado de:
6º Ano - Antigas Civilizações - Fenícios
Os Fenícios (Cananeus)
Conhecer civilizações antigas é muito importante para entender o processo de desenvolvimento das sociedades, até chegarem a ser como conhecemos hoje. Agora você vai saber tudo sobre os fenícios, um povo que estabeleceu na região da Fenícia, que corresponde ao atual Líbano. Eles realizaram muitas contribuições, sendo que, provavelmente, a mais importante e mais lembrada de todas é o emprego do alfabeto.
História e características principais
Os fenícios eram um povo de origem e língua semítica, oriental, que se firmou por volta do ano de 2.500 a.C. na costa mediterrânea, uma faixa bem estreita de pouco mais de 30 quilômetros de largura entre o Mar Mediterrâneo e montanhas que hoje pertencem ao Líbano. No início, foram muito influenciados pela Babilônia, que ficava próxima.

Por volta do ano de 1.800 a.C., quando os egípcios começam a estender seus domínios pelo Oriente Médio, eles dominam a região da Fenícia, que permanece submissa a eles por muitos anos. Estima-se que os fenícios tenham conquistado a sua independência do Egito por volta de 1.100 a.C. e foi aí que se consolidaram como os maiores comerciantes e marinheiros da antiguidade.
Sim, eles se destacaram nessas duas atividades, como comerciantes e marinheiros. Vários fatores contribuíram para que isso acontecesse:
• O solo da região que ocupavam não era fértil, inviabilizando a agricultura e o pastoreio, que eram atividades mais comuns na época;
• Viviam muito próximos do mar;
• Já realizavam trocas agrícolas com os egípcios, ganhando experiência;
• Estavam bem localizados em uma região de encruzilhada de rotas comerciais;
• Onde viviam, o cedro era muito comum, madeira excelente para a construção de navios;
• As suas principais cidades (Ugarit, Sidon, Tiro e Biblon) tinham excelentes portos.
Agora que já sabemos sobre as atividades econômicas da Fenícia, vamos abordar seus aspectos políticos e sociais: ela era subdividida em cidades-estados (as principais foram citadas acima) que eram autônomas e tinham seus governos independentes. Um rei governava e o seu poder era transmitido por hereditariedade. Algumas cidades eram administradas por um conselho de anciãos.
Era comum que as cidades entrassem em guerra entre si, principalmente pela disputa de novos mercados para comercializar os produtos.
A posição social dos indivíduos, na maioria das cidades, dependia da sua condição econômica, e os comerciantes marítimos se sobressaiam. A administração das cidades e o comércio exterior eram totalmente controlados por esses mercadores e pelos sacerdotes. A camada de trabalhadores livres era composta por artesãos, pescadores, camponeses, pequenos comerciantes e marinheiros. Não havia muitos escravos e os que existiam eram empregados em tarefas domésticas.
Em relação à religiosidade, os fenícios mantiveram a crença em deuses adorados pelos semitas e que, na verdade, eram considerados por praticamente todos os povos da Ásia Antiga. Esses deuses incluíam tanto divindades terrestres quanto celestes. Portanto, eram politeístas.
Cada cidade tinha um Baal, que era como se fosse um “senhor dos deuses”. Os habitantes da Fenícia tinham o hábito de realizar sacrifícios de animais para acalmar as suas divindades e, em alguns casos, também sacrificavam seres humanos e até os próprios filhos. Conta-se que, certa vez, 200 bebês recém-nascidos foram jogados ao fogo ao mesmo tempo, ou seja, sacrificados para os deuses.
Alfabeto fenício
Vamos estudar agora uma das maiores características dessa civilização, que foi justamente o desenvolvimento de um alfabeto.
Como já dissemos, os fenícios eram grandes navegadores e isso já exigia que possuíssem conhecimentos complexos, na área de astronomia e de cartografia, por exemplo. E justamente por meio desses saberes, eles conseguiram sistematizar uma escrita, que foi o primeiro alfabeto fonético da história. Era composto por 22 caracteres diferentes, ou seja, 22 letras, sendo que cada uma delas correspondia a um som específico, por isso que o chamamos de alfabeto fonético.
A partir da combinação desses caracteres, era possível formar palavras. Se compararmos essa ideia com os hieróglifos usados pelos egípcios, fica muito claro que essa civilização conseguiu deixar a comunicação muito mais prática e dinâmica!
Mas, por que eles se empenharam na tarefa de sistematizar uma escrita? É muito simples: como a base da economia fenícia era o comércio, sustentado pelas navegações, eles tinham muito contato com diversos povos e precisavam se comunicar com eles de uma forma eficiente, para concretizar as suas transações comerciais. Então, a necessidade acabou pressionando-os a criar esse alfabeto.
Muitos anos depois, os gregos captaram o alfabeto fenício e o aprimoraram, acrescentando outras letras além das 22 que já existiam. E como sabemos, o alfabeto grego deu origem ao latino que, por sua vez, é ponto de partida para a linguagem que nós brasileiros utilizamos hoje.
Sendo assim, podemos dizer com toda a tranquilidade que a civilização fenícia realmente contribuiu com o mundo moderno, seja por meio dos seus conhecimentos em comércio e navegação ou pela criação do alfabeto.
No século V, a Macedônia dominou a Fenícia, que deixou de existir como unidade e se transformou em colônias.
Retirado de:
terça-feira, 15 de maio de 2018
8º Ano - A crise do Antigo Regime e o Iluminismo
A Europa do Antigo Regime
Durante o Antigo Regime o absolutismo era a forma típica de governo que predominava na Europa. Salvo algumas exceções, como as cidades do Norte da Itália (repúblicas oligárquicas), a República das Províncias Unidas dos Países Baixos (república oligárquica), a Polônia (monarquia cujo rei não dispunha de plenos poderes) e o Sacro Império Romano-Germânico (federação de estados alemães com um imperador que não dispunha de autoridade efetiva).
Em relação ao aspecto econômico, a agricultura na Europa ainda era a atividade predominante, sendo marcante a intervenção do Estado na economia. Esta prática ficou conhecida como o mercantilismo.
A sociedade europeia no período do Antigo Regime era uma sociedade estamental, ou seja, estava organizada em camadas (ordens, estados ou estamentos) De modo que a primeira camada era composta pelo clero, a segunda pelos nobres, e a terceira (Terceiro Estado), pelo restante da sociedade. No entanto, os burgueses estavam em ascensão.
Originalmente, a palavra burgues, designava aquele que habitava os burgos, centros urbanos formados a partir da Baixa Idade Média. Com o tempo, os burgos cresceram e devido ao seu dinamismo comercial, se transformaram. Ocorre então, a formação de corporações dedicadas ao comércio, ao transporte marítimo e às finanças. De maneira que a burguesia se destacou dos demais indivíduos do Terceiro Estado e a palavra passou a representar àquelas pessoas que se dedicavam com exclusividade às atividades ligadas à produção, ao comércio, aos transportes e à atuação bancária.
Contudo, mesmo com sua ascensão, a burguesia deveria agora conquistar seus direitos. Pois na época do Antigo Regime, toda a riqueza produzida e recolhida pelo Estado era direcionada aos privilégios dos dois primeiros estamentos (clero e nobreza). Essa injustiça gerou conflitos e o Estado passou a gastar mais do que arrecadava. Para suprir as demandas dos clero e da nobreza os reis buscaram aumentar os impostos sobre o terceiro Estado (povo e burgueses) ampliando ainda mais a distância entre pobres e ricos.
Neste momento, as diferenças entre as ordens eram gritantes. Em termos políticos surge um movimento de oposição ao Antigo Regime, formada por pensadores que defendiam ideias liberais (igualdade perante a lei e na cobrança de impostos), condenavam o poder absoluto dos reis e tinham como propostas de formas representativas de governo. Este movimento ficou conhecido como o Iluminismo.
O Iluminismo "Época das Luzes"
O iluminismo foi um movimento político, cultural e intelectual que surgiu na França e se espalhor pela Inglaterra e depois por toda a Europa do século XVIII. Os iluministas eram pensadores que buscavam "iluminar as ideias" com o uso da razão e da ciência aplicando suas teorias nas instituições políticas e sociais da época moderna e estavam convencidos de que, se as “luzes da razão” fossem aplicadas, o resultado seria o bem-estar de toda a humanidade. Estes filósofos ressaltavam em suas obras o combate a abusos e preconceitos decorrente do antigo regime.
Dentre os inúmeros filósofos da época, destacamos:
John Locke, o "pai do liberalismo". Criticava a teoria de divina do poder real. Para Lock o povo é soberano e este poder não estava no Estado.
Montesquieu, acreditava na divisão dos poderes e nas outras formas de representar o poder do Estado (monarquia, republicanismo e despotismo). Em suas obras destaca-se a importância da divisão do poder do Estado em três partes (Legislativo, Executivo e Judiciário) para que não ocorra a centralização do poder.
Voltaire, o crítico das religiões. Segundo este filósofo, a igreja abusava de seu poder como instituição interverindo no sistema político.
Jean-Jacques Rousseau, defendia a ideia que o homem nasce bom, a sociedade que o corrompe."Para existir harmonia e bem-estar, deveria haver uma nova sociedade, na qual cada um, em vez de submeter-se à vontade de outrem, obedeceria apenas a uma chamada “vontade geral”, que o homem reconheceria como sua própria vontade. Como isso ocorreria? A partir de um acordo racional entre os homens, o famoso Contrato Social." (Guia do Estudante).
Além dos teóricos do Iluminismo existiam também os enciclopedistas (Diderot e d'Alembert) responsáveis por reunir todo o conhecimento humano em enciclopédias. Este foi um meio de vulgarização científica que organizou de forma sistemática os progressos da época disponibilizando ao público. Desta maneira, a ideia principal da produção das enciclopédias era disseminar que a "razão é o juiz supremo de todas as crenças humanas."
Fontes:
https://www.suapesquisa.com/biografias/john_locke.htm
https://www.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm
https://guiadoestudante.abril.com.br/especiais/jean-jacques-rousseau/
sábado, 12 de maio de 2018
9º Ano - Revolução Mexicana
Revolução Mexicana
A luta dos camponeses no México, de acordo com alguns historiadores, foi o evento mais importante do século XX. Os grupos dos pequenos agricultores foram comandados por diversos líderes comunistas, anarquistas, libertários e populistas, durante todo o processo, que iniciou no ano de 1910 e continua até os dias atuais.
Início da revolução
O México sempre havia sido governado pela elite agrária do país, isto quer dizer que principal governante visava proteger as pessoas de grandes posses. Todos esses privilégios com os mais ricos atenuava ainda mais a vida empobrecida dos pequenos agricultores, situação essa que piorou quando Porfírio Diaz assumiu o governo mexicano no ano de 1876, administrando o país de forma ditatorial por mais de 30 anos.
Apesar do crescimento industrial que o México conseguiu com o governo de Diaz, a desigualdade ficou ainda mais evidenciada e o sentimento de revolta crescia na mesma proporção. O ditador não respeitava nenhum direito da sociedade pobre e sempre realizava eleições forjadas, nas quais ele sempre saía como vencedor.

Foto: Reprodução/ internet
Em 1910 ocorreu mais uma eleição e Francisco Madero se candidatou pela oposição, levantando a bandeira da distribuíção de terras de forma igualitária, além de garantir os direitos dos índios que tiveram seus territórios de origem roubados. Porém, mais uma vez Diaz sai como vitorioso, o que não impediu Madero de alertar a população sobre os direitos dos cidadãos, as fraudes que ocorriam nas eleições e promover uma rebelião que acabou com a saída de Porfírio e a entrada do revolucionário no poder. Esse, por sua vez, virou o governante com a promessa de realizar a reforma agrária sonhada por muitos agricultores de pequeno porte.
Frustração do governo de Francisco Madero
Francisco não conseguiu cumprir com a promessa que garantia os direitos da classe mais empobrecida do México, agravando ainda mais os problemas e a desigualdade da sociedade. Visando tirar Madero do poder, os camponeses, liderados por Emílio Zapata e Pancho Villa, travaram uma revolução que atingiu o objetivo principal. Além de derrubar o governante máximo, também conseguiram tirar sucessor o general Huerta.
Pensando no controle da situação, uma nova eleição foi proposta em 1914. Nela, o latifundiário Carranza, apoiado pelos Estados Unidos, venceu a disputa com a promessa de realizar uma nova constituição.
Constituição de 1917
O líder Carranza conseguiu aprovar a constituição que trouxe uma nova estrutura para a população local. Tendo em vista que as novas leis davam pleno direito ao Estado de expropriar terras, caso fosse para uso e benefício público e os índios também tiveram seus direitos reconhecidos. Além disso, no campo, criou-se o salário mínimo e a mudança na duração da jornada de trabalho, que viria ser de oito horas. Outra passo importante foi a separação do Estado e da igreja, dando um fim nos benefícios que essa última sempre dispôs.
Para acalmar ainda mais esse processo de revoltas, junto com a nova constituição, os Estados Unidos invadiram o México em busca de Emílio Zapata e Pancho Villa, que foram mortos, respectivamente, nos anos de 1919 e 1923.
O surgimento de um novo partido e os rumos da constituição
A unificação das correntes revolucionárias criou, no ano de 1929, o Partido Nacional Revolucionário (PRN). Mais tarde serviu como base para o Partido Revolucionário Institucional (PRI), abandonando os princípios revolucionários de 1910.
Após alguns anos da constituição, camponeses foram perdendo muitas das terras que haviam conquistado. Além disso outros prolemas começaram a surgir, como endividamento, a complexidade de conseguir a produção em larga escala e com preço baixo, dificultando a concorrência com aos produtos agrícolas dos norte-americanos.
Com tudo isso e apesar do México já ter tido uma reforma agrária, a luta dos camponeses mexicanos por terras caminha até os dias atuais, assim como em outros lugres da América Latina, inclusive no Brasil.
Retirado de:
https://www.estudopratico.com.br/revolucao-mexicana/
Assinar:
Postagens (Atom)
-
CAÇA-PALAVRAS SOBRE O EGITO ANTIGO A M L Ç O U Z A V ...
-
Responda a cruzadinha abaixo: 1. Qual o nome dos principais rios da Mesopotâmia? 2. Qual o nome dado aos centros independe...
-
Revolução Russa Queda da monarquia, Revolução de 1917, Bolcheviques no poder, socialismo, comunismo, Lênin, consolidação d...